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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Chamados para servir em Amor


Estudo Biblico Chamados para servir em Amor  Evangélica Gospel


        “Ele deixou-nos o exemplo para que sigamos suas pisadas...”  I Pedro 2:21.
         Deus criou todas as coisas com um propósito específico. No livro de Gênesis 1:16, encontramos a expressão, “o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite”, referindo-se ao sol e a lua. Por fim, criou o homem à sua própria imagem e semelhança, estabelecendo também um propósito bem específico para aquilo que poderíamos chamar de “a obra prima da criação”.


 Passado o triste episódio do pecado e com o advento do Messias prometido, o homem é devolvido à condição original, só que agora a semelhança do Cristo, acerca de quem o apóstolo Pedro declarou, “ele deixou-nos o exemplo para que sigamos suas pisadas...”.
         Portanto, Jesus é o modelo de tudo o que Deus quer que sejamos. Devemos imitar ao Senhor em tudo. Agindo assim, estaremos cumprindo o propósito criacional divino.

A importância do chamado

         O chamado é o começo de tudo. Podemos pensar que ele acontece no momento da conversão ou também após (At 9:3-9). De qualquer forma, é uma experiência marcante e decisiva que muda nossa vida e nossa trajetória.
         Há alguns casos bem conhecidos na Bíblia como José, Davi, Abraão, Moisés, Isaías dentre outros, e em todos esses casos houve uma mudança radical na vida e trajetória dessas pessoas, ou seja, eles nunca mais foram os mesmos (Rm 8:30).
         Novamente, chama-nos a atenção a pessoa de Jesus. Ele tinha muito clara a visão do seu chamado, a ponto de dizer, “a minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra” (Jo 4:34).
         De fato, o chamado de Deus para nós torna-se a razão da nossa vida,
“Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (II Co 5:14-15).

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Co 10:31).

A importância de ser servo

         Antes de pensarmos em serviço ou ministério, precisamos pensar se somos ou não servos. Infelizmente, essa palavra praticamente caiu em desuso. Quase não se ensina a respeito deste assunto. Por essa razão, a maioria dos cristãos não vivem como servos.
         O já falecido presidente Abraham Lincoln disse, “quem não vive para servir, não serve para viver”. No livro dos profetas, Jesus é chamado “o Servo do Senhor”. O evangelho de Marcos também focaliza esse perfil de Jesus. Na condição de servo por excelência, em Mateus 4:10, Jesus faz a citação do primeiro mandamento dizendo, “está escrito: ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele servirás”.
         Primeiramente devemos prestar serviço a Deus, e depois aos homens. “... servi-vos uns aos outros pelo amor” (Gl 5:13). O ser servo vem antes do ter um ministério.

A importância do amor

         O amor é a essência da vida, é a causa de tudo, é a vida cristã. Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito (Jo 3:16). Não é possível pensar em vida cristã sem amor. Uma não existe sem a outra. O amor é a credencial dos discípulos de Cristo.
         A ocasião em que mais nos parecemos com Deus, é quando amamos.
“Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos” (I Jo 3:16).

         Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Quem não ama a seu irmão está morto e não tem vida eterna. Sabemos que passamos da morte para a vida porque amamos os irmãos (I Jo 4:7-8; 3:14).
         Jesus foi o maior exemplo de amor. Se definitivamente o imitarmos, o curso da história será mudado. Eu e você fomos chamados para servir em amor. Este é o nosso destino e a razão da nossa existência para a glória de Deus!

Deus abençoe!

Autor: Ronaldo Bezerra 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

A Decisão de Daniel


Estudo Biblico A Decisão de Daniel # sexta-feira, 13 de julho de 2012  Evangélico Gospel

 
Daniel e alguns outros jovens de Judá foram arrebatados do lar e levados cativos por seus inimigos babilônicos. Daniel e três amigos foram selecionados para um programa especial de treinamento para prepará-los para ocuparem postos no governo babilônico. Que oportunidade para melhorar sua situação!

Mas havia um problema. Daniel percebeu que algumas das comidas do plano da dieta do rei não eram permitidas pela lei que Deus tinha dado aos judeus. Este jovem enfrentou uma decisão importante.

1. Ele poderia comer essa comida. Sem dúvida, poderia justificar esta pequenina; infração da lei de Deus. Esta poderia ser a única oportunidade para ele se levantar e salvar a si mesmo e até sua nação. E além do mais, será que ele devia obediência ao Deus que permitiu que ele fosse levado para o cativeiro? Que mal poderia haver em comer um pouco da comida proibida por uma lei dada 800 anos antes? E desde que ele estava tão longe de casa, quem jamais saberia?


2. Ele poderia recusar a comida do rei. Seus companheiros poderiam ridicularizá-lo. Pior ainda, o rei ou seus funcionários poderiam expulsá-lo do programa de treinamento ou mesmo puni-lo por desobediência. Valeriam a pena esses riscos?

Esta era uma grande decisão para um jovem judeu longe de casa. Muitas pessoas, mesmo algumas mais velhas, não teriam demonstrado a coragem de tomar posição pelo Senhor. Quando as pessoas não querem fazer o que é certo, elas podem inventar incontáveis desculpas que pareçam plausíveis. Mas Daniel queria proceder corretamente. Ele não estava procurando desculpas, nem estava preocupado com sua própria segurança. Queria, mais do que tudo, agradar a Deus. Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei (Daniel 1:8).

Daniel foi recompensado por sua fé e convicção. Durante mais de 65 anos, ele ocupou algumas das mais poderosas posições nos governos da Babilônia e da Pérsia.

Nós enfrentamos desafios semelhantes. Num mundo cheio de impureza moral, podemos procurar desculpas para justificar o pecado, ou podemos determinar, como o fez Daniel, manter-nos puros.  A decisão correta tem sua recompensa: um lugar eterno de honra no reino do céu!

|  Autor: Dennis Allan 

Quem é Jesus para você?


"Então, Jesus e os seus discípulos partiram para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e, no caminho, perguntou-lhes: Quem dizem os homens que sou eu? E responderam [a ele]: João Batista; outros [dizem]: Elias; mas outros: Algum dos profetas. Então, lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo (o Messias, o Ungido)."(Marcos 8:27-29)
Quem é Jesus para você? Parece uma pergunta simples, mas a resposta a esta pergunta não é simples para muitos cristãos. Atualmente, prega-se muito sobre "prosperidade" (e nem é o mesmo conceito de prosperidade plena que Deus entende), fala-se sobre crescimento, avivamento, guerra espiritual... Mas esquecemos do ponto fundamental: qual o objetivo de tudo isso? O que queremos? Queremos crescer ou deveríamos deixar Jesus crescer?
"Convém que ele cresça e que eu diminua [Ele tem que crescer proeminentemente, e eu tenho que crescer muito menos]." (João 3:30)
Quando visamos crescimento próprio no Reino, estamos sendo egoístas. É Jesus quem deve crescer. Nós temos que ser apenas os canais de divulgação para que isso aconteça. Em um determinado momento do Ministério de Jesus, Ele se volta aos discípulos e faz esta pergunta simples: "Mas vós, quem dizeis que eu sou?". Sabiamente, Pedro respondeu: "Tu és o Cristo".
Cristos (a forma grega da palavra em português Cristo) e Mashiach (a forma hebraica da palavra em português Messias) significam O Ungido. Em termos bíblicos, significa que toda autoridade nos céus e na terra é dada a Jesus, o Cristo, o Messias (Mateus 28:18). Dirigir-se a Jesus como Messias é o mesmo que reconhecer que Ele é, ao mesmo tempo, o Profeta (Deuteronômio 18:18 - releia o devocional da Semana 8), o Sacerdote (Salmos 110:1-4 - releia o devocional da Semana 23) e o Rei (Mateus 2:1-6- releia o devocional da Semana 27). Davi era ao mesmo tempo Rei e Sacerdote.
Deus faz de Jesus a descendência e ao mesmo tempo a Raiz de Davi. E assim será por toda a Eternidade:
"Eu, Jesus, enviei o meu anjo (mensageiro) para vos testificar estas coisas às igrejas (assembleias). Eu sou a Raiz (a Fonte) e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã." (Apocalipse 22:16)
Nesta semana, medite sobre a unção total que está sobre Jesus. Ele é Rei, Profeta e Sacerdote. Neste momento, Jesus lhe faz a seguinte pergunta: "Mas tu, quem dizes que eu sou?". Ore a Deus Pai e responda SEMPRE esta pergunta a Jesus.
Leitura da Semana: Marcos 8, Mateus 28 e Apocalipse 22

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O estado atual dos mortos


O estado atual dos mortos - Estudo Biblico | Midia Gospel


         Os adventistas do sétimo dia, russelitas e alguns outros ensinam o que é conhecido comumente por “sono dalma”. Mas a substância real deste falso ensino é que dos mortos não é inexistente entre a morte e a ressurreição. Isto é logicamente verdadeiro desta teoria e é assim admitido pelos adventistas, pelo menos. É logicamente verdadeiro, porque um espírito dormente (se tal fosse possível) seria um espírito inexistente. A idéia de o espírito estar vivo e estar incônscio quando livre do corpo é o limite do absurdo. É que este ensino vale pela inexistência do espírito mostrado está nas seguintes palavras de “Signs of the Times”, uma revista dos adventistas do sétimo dia (edição de 15 de dezembro de 1931): “Seguramente nenhuma expressão mais vigorosa podia ser possivelmente usada para mostrar a completa cessação da existência do que esta, – Na morte “eu não serei” (Comentário de Jó 7:21, por Carlyle B. Haines, um dos seus escritores notáveis)”.

I. OS MORTOS NÃO SÃO INEXISTENTES

         Contra esta teoria afirmamos e nos comprometemos provar pelas Escrituras que o espírito do homem não cessa de existir na morte. Pelo termo “espírito” queremos dizer a natureza imaterial do homem no seu parentesco mais elevado. Empregamos o termo “espírito” de preferência ao termo“alma” porque cremos que espírito melhor expressa a parte imaterial do homem em distinção da vida corporal.



“A parte imaterial do homem encarada como uma vida individual e cônscia, capaz de possuir e animar um organismo físico é chamada psuche (alma); como um agente racional e moral, suscetível de influência e moradia divinas, esta mesma parte imaterial chama-se pneuma (espírito)” (A. H. Strong).

        O espírito é a natureza imaterial do homem olhando na direção de Deus.
 
“O espírito é a parte mais elevada, mais profunda e nobre do homem. Por ele está o homem ajustado para compreender coisas eternas e é, em suma, a casa que residem à fé e a Palavra de Deus. A … alma é este espírito, segundo a natureza, mas com tudo outra espécie de atividade, nomeadamente, nisto, que ela anima o corpo e opera por meio dele” (Lutero). “A alma é o espírito modificado pela união com o corpo” (Hovey).

         Algumas vezes as palavras para espírito, tanto no hebreu como no grego, denotam vento ou fôlego, mas que nem sempre são assim está evidenciado em Mat. 26:41; Lucas 23:46; Atos 7:59; 1 Cor. 2:11; 5:5; 7:34; 14:14 e 1 Tess. 5:23. Estudem os interessados estas passagens e substituam espírito por fôlego e vejam que sorte de sentido se forma. Então sabemos que espírito pode significar mais que fôlego, porque “Deus é espírito” (João 4:24).

1. A MORTE FÍSICA NÃO ACARRETA A INEXISTÊNCIA DO ESPÍRITO DO HOMEM, PORQUE O ESPÍRITO NÃO ESTÁ SUJEITO À MORTE FÍSICA.

         Temos a prova disto em Mat. 10:28. Se o homem não pode matar o espírito, então a morte física não tem poder para dar cabo da existência do espírito. O homem pode matar qualquer coisa que esteja sujeita à morte física. Na morte física o corpo cessa de funcionar e começa a desintegrar-se, o homem cessa de ser uma “alma vivente” no sentido distinto do vocábulo “alma”. Ma o espírito não pode ser mata do e dele nunca se fala como cessar na morte. Em vez achamos Jesus, ao morrer, entregando o Seu espírito nas mãos de Deus e Estevão entregando o seu espírito nas mãos de Jesus (Lucas 23:46; Atos 7:59). A morte física é meramente a separação do espírito do corpo.

2. A REPRESENTAÇÃO DA MORTE COMO UM SONO NÃO ENSINA QUE O ESPÍRITO DORME E QUE É, PORTANTO, INEXISTENTE.

         O sono é puramente um fenômeno físico. A morte é sono só por analogia, não atualmente. E a analogia está na aparência do corpo, não no estado quer do corpo quer do espírito. No sono o espírito ainda está unido com o corpo e, portanto, condicionado por ele. Mas, na morte, como todos são forçados a admitir, espírito e corpo estão separados e o espírito separado do corpo não está mais condicionado pelo corpo.
         Estevão dormiu (Atos 7:59), mas o seu espírito não cessou de existir, porque Estevão o encomendou nas mãos de Jesus e um espírito inexistente não podia ser encomendado nas mãos de ninguém. Paulo descreveu a morte como um sono (1 Cor. 15:6; 1 Tess. 4:14), mas não ensinou a inexistência dos mortos. Paulo considerou a morte, não como uma cessação da existência, mas como uma partida para estar com Cristo (Fil. 1:23). Estando ausente do corpo, Paulo quis dizer, não inexistente, mas presente com o Senhor (2 Cor. 5:6). Aquilo que é inexistente não pode estar presente em logar algum ou com pessoa alguma.

3. A REFERÊNCIA AOS ÍMPIOS MORTOS COMO “ESPÍRITO EM PRISÃO” MOSTRA QUE OS MORTOS NÃO SÃO INEXISTENTES (1 PED. 3:20).

         Um espírito inexistente é uma não entidade e uma não entidade não pode estar em qualquer logar, porque ser é existir.

4. MOISÉS NÃO CESSOU DE EXISTIR QUANDO ELE MORREU, PORQUE SÉCULOS DEPOIS ELE APARECEU COM Cristo NO MONTE DA TRABSFIGURAÇÃO (MAT. 17:3)

         Dirão alguns que Moisés foi ressuscitado imediatamente depois do enterro? Se sim, por eles está esperando uma refutação em 1 Cor. 15:20. Sendo Cristo as primícias dos mortos proíbe a teoria de Moisés ter sido ressuscitado logo depois do seu enterro.

5. OS HABITANTES DE SODOMA E GOMORRA NÃO CESSARAM DE EXISTIR QUANDO MORRERAM (JUDAS 7).

         Judas os descreve nos tempos do Novo Testamento como “sofrendo a vingança do fogo eterno”. A palavra sofrendo nesta passagem é um particípio presente, que expressa ação durativa progressiva. E que isto não é um presente histórico está mostrado pelo tempo presente do verbo “são postos.”

6. O RICO E O LÁZARO NÃO CESSARAM DE EXISTIR QUANDO MORRERAM (LUCAS 16:19-31).

         Isto não é uma parábola, mas pouco importa que fosse. O Filho de Deus não recorreu a desvirtuamentos mesmo em parábolas. Todas as Suas parábolas são verdadeiras a fatos.

7. CRISTO E O LADRÃO NÃO CESSARAM DE EXISTIR QUANDO MORRERAM.

         Cristo não estava dependendo do corpo para a vida, porque Ele viveu antes que tivesse um corpo (João 1:1, 2, 14). E, na cruz, Cristo asseverou que Ele e o ladrão estariam naquele dia juntos no paraíso. Espírito inexistente não podiam estar em logar algum, muito menos juntos.

8. OS ESPÍRITOS QUE JOÃO VIU DEBAIXO DO ALTAR NÃO TINHAM CESSADO DE EXISTIR (APOC. 6:9).


9. A RESSURREIÇÃO PROVA QUE OS MORTOS AGORA ESTÃO EXISTENTES.

         Se fosse inexistente, então seria necessário haver uma recriação em vez de uma ressurreição. E isto destruiria totalmente a base de recompensas, porque os que surgissem da sepultura seriam indivíduos diferentes daqueles que trabalham obras aqui neste mundo.

10. O FATO DE OS MORTOS BEM AVENTURADOS NÃO TEREM ATINGIDO O SEU MAIS ALTO ESTADO DE BEATITUDE, E DEVEM AINDA PASSAR PELA RESSURREIÇÃO, NÃO PROVA QUE ELES SEJAM AGORA INEXISTENTES.

        “Aquela bem aventurada esperança” (Tito 2:13; 1 João 3:2,3) é a união do espírito com o corpo glorificado. Somente isto trará a satisfação completa da aspiração do crente (Sal. 17:15). Mas Deus escolheu adiar a realização desta esperança até um tempo por vir. E enquanto o estado desencarnado não é o ideal, todavia é melhor do que continuar na carne (Fil. 1:23); e os eu estão neste estado estão presentes com o Senhor (2 Cor. 5:8).

11. O FATO QUE OS ÍMPIOS FALECIDOS AINDA ESTÃO PARA SER JULGADOS E LANÇADOS NO LAGO DE FOGO NÃO PROVA QUE ELES AGORA SEJAM INEXISTENTES.

         Aprouve a Deus confirmar os espíritos dos ímpios falecidos em prisão (Isa. 24:22; 1 Ped. 3:19), finalmente trazê-los e destiná-los juntos ao lago de fogo (Apoc. 20:11-15); mas que os ímpios falecidos já estão em tormento cônscio de fogo mostramo-lo previamente (Lucas 16:19-31; Judas 7). A miséria final dos ímpios, como a felicidade dos justos, espera a ressurreição do corpo, em cujo tempo os ímpios serão lançados, tanto corpo como alma, no inferno (Mat. 10:28).

12. O FATO DE A VIDA ETERNA SER RECEBIDA PELA FÉ NÃO PROVA QUE OS QUE A NÃO POSSUEM NÃO TEM EXISTÊNCIA ETERNA.

         A vida eterna nas escrituras quer dizer mais do que existência eterna. Está em contraste com morte espiritual (João 5:24; Efe. 2:1; Col. 2:13; 1 João 3:14). A morte espiritual é escravidão íntima num estado de pecado e separação de Deus, no qual alguém está privado de vida espiritual divina, conquanto possua vida do espírito humano. A vida eterna é liberdade e comunhão com Deus .
 
“A morte espiritual faz alguém sujeito à segunda morte, a qual é uma continuação da morte espiritual numa outra existência sem tempo” (E. G. Robinson).

        E vida eterna é isenção da segunda morte.

13. A REPRESENTAÇÃO DA IMORTALIDADE COMO ALGO A SER ALCANÇADO, NÃO PROVA QUE OS QUE NÃO A ALCANÇARAM NÃO TEM EXISTÊNCIA ETERNA

Rom. 2:7 e 1 Cor. 15:53 tem referência ao corpo. O corpo se descreve como sendo mortal, mas o espírito nunca. Revestir-se de imortalidade no sentido da Escritura supra é receber um corpo imortal e, portanto, passar aquele estado no qual não podemos mais ser afetado pela morte. Este se revestir de imortalidade é a junção de um corpo imortal com um espírito imortal.

14. A IMPUTAÇÃO DE ETERNIDADE SÓ A DEUS (1 TIM. 6:16) NÃO QUER DIZER QUE OUTROS NÃO POSSUEM EXISTENCIA INFINITA.

         A passagem acima quer dizer que só Deus é totalmente imortal em todas as partes do Seu Ser e não afetado pela morte, que só Ele possui imortalidade inderivada e independente. Ao passo que o homem é imortal quanto a uma só parte de sua natureza, sua imortalidade, tanto do espírito como do corpo, deriva-se de Deus. O caso de Elias é uma resposta suficiente ao argumento de “dormentes dalma” sobre esta passagem. Elias cessou de existir em qualquer tempo? Se não, ele tinha existência imortal.

15. OS ENUNCIADOS DE JESUS EM JOÃO 3:13 E 13:33 NÃO ENSINAM QUE OS JUSTOS FALECIDOS SÃO INEXISTÊNTES.

         A escritura deve ser interpretada à luz da Escritura. Portanto, a primeira passagem supra não pode ser tomada com absoluta literalidade. Porque em 2 Reis 2:2,11 assevera-se duas vezes que Elias foi recebido no céu. O sentido da afirmação de Cristo aqui, então, não pode ser mais do que ter Jesus só ascendido ao céu e voltado para revelar os mistérios a Ele comunicados lá. A segunda passagem é explicada pelo verso 36. Cristo quis dizer, meramente, que, entrementes, aqueles a quem Ele estava falando não podiam seguir; não que eles nunca O seguiriam, porque nesse caso eles nunca podiam ir ao céu.

16. O ENUNCIADO DE PEDRO EM ATOS 2:34 NÃO QUER DIZER QUE DAVI ERA INEXISTÊNTE.

         Este enunciado sobre Davi está elucidado pelo de Cristo a Maria Madalena a respeito de Si mesmo (João 20:17). Cristo disse: “Ainda não subi a meu Pai”. Mas o espírito de Cristo ascendera ao Pai (Lucas 23:43,46; Apoc. 2:7; 22:1,2). O significado então do enunciado de Pedro a respeito de Davi e o Cristo sobre Si mesmo é que eles não tinham ascendido em corpo.

17. AS ESCRITURAS DO VELHO TESTAMENTO NÃO PROVAM A INEXISTÊNCIA DOS MORTOS.

         A Escritura deve ser explicado pela Escritura. As revelações incompletas e indistintas do Velho Testamento devem ser explicadas pelas revelações mais amplas e mais claras do Novo Testamento. E à luz destas últimas algumas afirmações no Velho Testamento concernentes ao estado dos mortos podem ser tomadas somente como a linguagem de aparência. Escritores do Velho Testamento, não tendo uma revelação clara concernente ao estado dos mortos, muitas vezes falaram dos mortos do ponto de vista desta vida. É neste sentido que devemos entender passagens tais como Jó 3:11-19; 7:21,22; Sal. 6:5; 88:11,12; 115:17; Ecles. 3:19,20; 9:10; Isa. 38:18.

II. OS JUSTOS FALECIDOS ESTÃO “CÔNSIOS” COM O SENHOR

         Já aludimos ao estado tanto dos justos como dos ímpios falecidos. Mas, por causa da clareza, restabelecemos o ensino da Escritura sobre este assunto.
         Os justos falecidos estão com o Senhor. Isto está provado pelas seguintes passagens:
 
“Enquanto estamos no corpo ausente do Senhor… porém temos confiança e desejamos muito deixar este corpo e habitar com o Senhor” (2 Cor. 5:6-8).

        Assim, para os justos, estar ausente do corpo, isto é, estar naquele estado ocasionado pela morte é estar na presença do Senhor.         “Estou apertado entre os dois, desejando partir e estar com Cristo” (Fil. 1:23). Paulo não podia decidir se ele preferia permanecer na carne, isto é, continuar a viver aqui na terra, ou morrer para estar com Cristo. Assim, para os justos, uma partida desta vida é uma entrada à presença de Cristo.
         O ladrão arrependido moribundo ouviu de Jesus: “Hoje estarás comigo no paraíso”. O paraíso é o terceiro céu dos judeus, o logar do trono de Deus (2 Cor. 12:2,4). Mais prova disto encontra-se no fato de a árvore da vida estar no paraíso (Apoc. 2:7), e perto do trono de Deus (Apoc. 22:1,2).
         Pode ser, como crêem alguns, que, até a morte de Cristo, os justos não foram à presença de Deus senão a um logar intermediário de felicidade. Conquanto isso possa ser, as passagens supra mostram que os justos agora vão imediatamente à presença do Senhor através da morte.

III. OS FALECIDOS ÍMPIOS ESTÃO EM TORMENTO CÔNSCIO E ARDENTE

         Está isto mostrado na história do rico e Lázaro (Lucas 16:19-31). Respondem alguns que isto é somente uma parábola. Mas não há, sequer, um indício que o seja. E o fato se estar nomeado o nome de uma pessoa envolvida é incoerente com todas as outras parábolas. Mas suponde que é uma parábola, Cristo torceu fatos nas Suas parábolas? Que propósito podia Ele ter tido em assim fazer? Uma caricatura de fatos na passagem em foco não ensina um erro? Os que buscam fugir a isto com fundamento que é uma parábola mostram o desespero de sua teoria com uma semelhante miserável escapatória.
         Este fato também está patente, como já o frisamos, nas palavras de Judas no verso 7 de sua epístola a respeito dos habitantes de Sodoma e Gomorra. Ele os descreve como “sofrendo (tempo presente) a vingança do fogo eterno”.
         O lugar onde os ímpios estão confinados é chamado uma prisão (1 Ped. 3:19). São criminosos condenados esperando na prisão até ao tempo de serem colocados na eterna penitenciária de Deus, o lago de fogo (Apoc. 20:15). Isto é para ter logar no juízo do grande trono branco, tempo em que tanto o corpo como as almas dos ímpios serão lançados no fogo (Mat. 10:28).

IV. NENHUMA PROVAÇÃO DEPOIS DA MORTE

         A noção que há provação depois da morte toma duas formas. Contém-se a primeira em:

1. O ENSINO CATÓLICO SOBRE O PURGATÓRIO.

 
“A Igreja Católica ensina a existência do Purgatório, onde aqueles que morrem com leves pecados nas suas almas, ou que não satisfazem a punição temporal devida aos seus pecados estão detidos até que se purifiquem suficientemente para entrar no céu” (O que a Bíblia protestante ensina sobre a Igreja Católica, Patterson).

         As passagens dadas para substanciarem este ensino são: Mat. 5:26; 12:32; 1 Cor. 3:13-15; Apoc. 21:27; 1 Ped. 3:19.
         Antes de abreviadamente cometer estas passagens, oportuno é observar a justificação e salvação totalmente de graça por meio da fé em Cristo. Vimos que Deus não cobra pecados ao crente (Rom. 4:8; 8:33). O crente foi eternamente quitado de todo pecado. Mais ainda, Heb. 9:27 implica claramente que não é possível nenhuma mudança entre a morte e o juízo. Estas passagens, para não mencionar muitas outras, mostram que o Purgatório é uma invenção humana.
         Quanto às passagens empregadas para substanciarem a doutrina do Purgatório: Mat. 5:26 é para ser manifestamente considerada como se referindo à prisão romana. Mat. 12:32 faz simplesmente“uma declaração forte e expandida” que a blasfêmia contra o Espírito Santo não será jamais perdoada. Achar aqui a insinuação em que alguns pecados possam ser perdoados no porvir é fundar uma doutrina de longo alcance sobre uma inferência incerta. Semelhante doutrina, se verdadeira, acharia certamente afirmação mais clara do que a que esta passagem proporciona. Em 1 Cor. 3:13-15 temos apenas uma forte alusão ao teste das obras humanas nos dias de Cristo. Não há aqui nenhuma purificação ou purgamento, como os católicos supõem ocorrer no Purgatório, mas somente um desejo de obras inaceitáveis. Apoc. 21:27 declara somente que os ímpios não podem entrar em a Nova Jerusalém. O espírito e o corpo glorificado do crente não tem pecado. O espírito se purifica de todo pecado na regeneração. A última passagem (1 Ped. 3:19) será estudada no próximo título.
         A segunda forma desta noção de provação depois da morte jaz principalmente em:

2. A CRENÇA QUE CRISTO PREGOU AOS ÍMPIOS FALECIDOS.

         Baseia-se a crença em 1 Ped. 3:19,20. Esta forma da noção de provação depois da morte é diferente do ensino católico do purgatório, em que ela inclui somente incrédulos, ao passo que o ensino católico inclui somente crentes, como tendo provação. Segundo esta forma da doutrina de provação depois da morte, os incrédulos terão a oportunidade de se arrependerem e serem salvos depois da morte. Isto está discutido em extenso em What Happens After Death!(O Que Acontece Depois da Morte!) por William Striker, publicado pela Sociedade de Tratados Americana.
         Deve ser admitido que as traduções comuns de 1 Ped. 3:19,20, emprestam encorajamento a esta crença; mas, mesmo nisso, estranho é que Jesus tivesse pregado somente aos que foram desobedientes durante os dias de Noé, ou que, se a todos foi pregado, apenas oito almas fossem mencionadas.
         E não pode insistir-se sobre o verbo “foi” como indicando que Jesus veio em contato pessoal com os espíritos em prisão.
 
“Grande peso se tem dado a esta palavra em sustento da idéia que Cristo foi em prisão a prisão dos perdidos; mas a palavra não implica necessariamente locomoção pessoal” (N. M. Williams, Comment. In loco).

        Acham-se em Gen. 11:5-7 e Efe. 2:17 casos de uma palavra igual em que não se indica locomoção pessoal.
         Mas, ainda mais, não é em absoluto necessário traduzir o verso 20 como nas traduções comuns. A idéia de desobediência nesta passagem expressa-se em grego por um particípio aoristo sem o artigo, apiethesasi; e, enquanto é verdade que o particípio sem o artigo pode ser traduzido atributivamente, isto é, como livremente equivalente a uma clausula relativa, contudo, isto é a exceção mais que a regra. A regra é que o particípio sem o artigo é empregado predicativamente, exigindo uma clausula temporal para a sua tradução. Segundo a regra, então, a primeira clausula do v. 20 devera ser traduzida “quando primeiramente foram desobedientes”, indicando que a pregação ocorreu (pelo espírito de Cristo operando por Noé) no tempo da desobediência e não dois mil anos depois.
         Pode ser perguntado porque a versão do Rei Tiago, a Revista e as versões da União Bíblia, todas traduzem esta construção com uma clausula relativa. Respondemos que isto, evidentemente, é por causa da influência da Vulgata e a parcialidade teológica da cristandade que tem favorecido a noção de provação depois da morte. Mas o Novo Testamento está em toda parte oposto à idéia de provação depois da morte, sem a qual esta suposta pregação aos ímpios falecidos foi inútil. Tal probação não é precisa para vindicar a justiça de Deus, porque mesmo os pagãos sem o evangelho estão “sem desculpa” (Rom. 1:20).
         1 Pedro 4:6 , que é outra passagem empregada para ensinar a provação depois da morte, significa que o Evangelho foi pregado aos mortos enquanto estiveram vivos.

Autor: Compilado Diversos 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Provocadores de Milagres




"Eu, Eu sou o SENHOR, e fora de mim não há Salvador. 12 Eu anunciei, e Eu salvei, e Eu o fiz ouvir, e deus estranho não houve entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR; Eu sou Deus. 13 Ainda antes que houvesse dia, Eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem o impedirá?"   Isaías 43:11 a 13

INTRODUÇÃO

Esta mensagem irá provocar um milagre em sua vida. Mas antes eu quero convidá-los a abrirem vossos corações para serem impactados, e cheios de uma unção que vem do alto.

Esta mensagem mudou a minha vida, pois como pregador da palavra de D’us, muitas vezes sou colocado em situações de lutas, situações adversas, para que eu possa pregar a mensagem, pois um profeta tem que viver aquilo que prega. E depois que eu preguei esta mensagem a vida de muitas pessoas mudou, pois no dia que ministrei na igreja via as pessoas chorarem pelo poder da palavra, pois quem não quer um milagre em sua vida? Você quer?

Então deixe que esta palavra caia em seu coração e assim venha germinar dando uma forte e estrondosa árvore, para que seus frutos abasteça sua casa e aqueles que estão ao teu redor.

QUEM FOI O PROFETA ISAÍAS?

O profeta Isaías, teria vivido entre 740 aC e 681 aC durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, sendo contemporâneo à destruição de Samaria, pela Assíria à resistência de Jerusalém o cerco das tropas de Senequeribe que sitiou a cidade com um exército de 185 mil assírios em 701 aC.

Isaías, cujo nome significa Iavé salva ou Iavé é salvalção exerceu o seu ministério no reino de Judá, tendo se casado com uma esposa conhecida como a profetisa que foi mãe de dois filhos: Sear-Jasube e Maer-Salal-Hás-Baz.

O capítulo 6 do livro informa sobre o chamado de Isaías para tornar-e profeta através de uma visão do trono de Deus no templo, acompanhado por serafins, em que um desses seres angelicais teria voado até ele trazendo brasas vivas do altar para purificar seus lábios a fim de purificá-lo de seu pecado. Então, depois disto, Isaías ouve uma voz de Deus determinando que levasse ao povo sua mensagem.

Focando em Jerusalém, a profecia de Isaías, em sua primeira metade, transmite mensagens de punição e juízo para os pecados de Israel, Judá e das nações vizinhas, tratando de alguns eventos ocorridos durante o reinado de Ezequias, o que se verifica até o final do capítulo 39.

A outra metade do livro (do capítulo 40 ao final) contém palavras de perdão, conforto e esperança. Ou seja, a primeira metade é a velha aliança, ou o Velho Testamento e já a segunda metade do livro é a Nova Alicança, o Novo Testamento.

Pode-se afirmar que Isaías é o profeta quem mais fala sobre a vinda do Messias, descrevendo-o ao mesmo tempo como um servo sofredor que morreria pelos pecados da humanidade e como um príncipe soberano que governará com justiça. Por isso, um dos capítulos mais marcantes do livro seria o de número 53 que menciona o martírio que aguardava o Messias:

De acordo com a tradição judaica, Isaías teria sido morto serrado ao meio na época do rei Manassés. Este é um pequeno relato sobre aquele o qual chamamos de o profeta maior, não que ele fosse maior do que os outros profetas da bíblia, mas pelo volume de profecias por ele ministradas.

No texto acima escolhido como texto base para esta mensagem, Hashem nos fala que se Ele quizer fazer alguma coisa, quem poderá impedí-lo? Ninguém! Pois ainda antes que ouvesse dia e noite ele já era D’us. Por isso quero lhe dizer que algo acontecerá em sua vida depois que você ler esta mensagem.

O QUE É UM MILAGRE

Para que você possa melhor assimilar esta mensagem profética para sua vida, se faz necessário que primeiramente saiba o que é um milagre, pois muito falamos em milagre, mas nem mesmo sabemos definir tal palavra. Talvez por isso Deus dissesse a Moisés: “o meu povo sobre por falta de sabedoria”. Então veja.

A palavra milagre é muito empregada nas igrejas atuais, e é bem verdade que se trata de algo que todos desejamos. Até mesmo o ateu quer receber um milagre, então que se dirá de nós, os cristãos fiéis.

Milagre:

Ato fora do comum;
Ação inexplicável;
Ato extraordinário;
Ato sobre natural.
O milagre não se explica, pois não se pode fazer. O milagre é sempre positivo, e seus efeitos alegram a alma. Um milagre sempre chega na hora que mais se precisa dele. É meu dever também dizer que o milagre não conserva uma pessoa na presença de D’us, senão o povo Hebreu ao sair do Egito jamais teria murmurado e assim vagado no deserto, mas uma coisa é certo, MILAGRE É BOM DEMAIS!!!!!!!

Talvez agora você queira ser um provocador de milagres. Mas creio que nessa altura da mensagem você esteja ansioso por saber como ser um provocador de milagre. Então assim como Jeová falou comigo, eu falarei contigo.

São apenas 5 passos que mudarão sua vida. Depois você me manda um e-mail contando seu testemunho.

PRIMEIRO PASSO


OBEDEÇA A PALAVRA DE DEUS CUSTE O QUE CUSTAR

Livro do profeta Daniel 3: 1 a 30
Neste contexto vemos três jovens determinados a provocarem um milagre, pois foi lhes informado que todos deveriam se curvar diante da estátua do rei Nabucodonosor, e aquele que não procedesse assim, seriam jogados na fornalha de fogo ardente. Mas a resposta daqueles jovens foi uma resposta determinada e justa. Escute isso:

“Ó rei Nabucodonosor, se o nosso D’us vai nos livrar da fornalha nós não sabemos, mas de uma coisa temos certeza, nós não vamos nos curvar diante dessa estátua”.

Bom. Eles poderiam se curvar, e naquele momento fazer uma oração ao D’us de Israel, e com certeza estaria tudo certo. Mas aqueles que querem provocar milagres vão mais além. O resto da história você já sabe. Eles foram jogados em uma fornalha e saíram de lá ilesos, sem nem terem cheiro de fumaça em seus corpos. Assim o rei decretou que a partir daquele momento todos somente reconhecessem o D’us de Sadraque, Mesaque e Abedenego, como o D’us verdadeiro.

Faça como estes jovens. Ainda que te afrontem, ainda que queiram te jogar no fogo, ainda que esteja em meio a uma fornalha, obedeçam às leis do Altíssimo. Eles se lembraram do primeiro dos dez mandamentos dado a Moisés.

SEGUNDO PASSO


JOGUE SE AOS PÉS DO SENHOR

Livro de II Reis 4:1 a 37
Aqui lemos sobre uma provocadora de milagres. Esta mulher não tem seu nome relatado na bíblia, mas a conhecemos pela mulher Sunamita, pois ela era de Suném. Diz a palavra que esta mulher era justa, temente a D’us, e tinha um olhar clinico, pois ao ver o profeta Elizeu, logo disse a seu marido que ele era um santo homem de Deus. Após tratar do profeta, ela recebe uma promessa de que teria um filho em seus braços.

Essa mulher é uma verdadeira provocadora de milagres, pois para receber a promessa ela provocou o milagre cuidando do profeta, depois para receber o filho que tanto sonhava, teve que insistir contra a esterilidade, não sei se dela ou do marido, pois Elizeu diz a ela que dentro de um ano ela teria um filho nos braços. Mas bem sabemos que a gestação é de nove meses, então ela levou três meses lutando contra as impossibilidades.

Ao nascer a criança chega a felicidade, mas quando o menino tinha sete anos, ele morre, então a Sunamita o tranca no quarto do profeta e vai ao monte carmelo. Você tem ido ao monte Carmelo?

Ao encontrar com Geazi, ela disse que estava tudo bem. Ela teria mentido? Claro que não, pois o problema dela não era com Geazi, mas com Elizeu. E chegando a Elizeu ela se joga aos pés do profeta e chora. O resto você já sabe. Elizeu vai e ressuscita o pequeno profeta Jonas. D’us tem promessas em sal vida, mas será que você pode provocar o seu milagre neste dia. Jogue-se aos pés do senhor e fique ali, se chorar, saiba que Ele recolherá suas lágrimas.

TERCERIO PASSO


LOUVE AO SENHOR EM TODO TEMPO

Livro de Atos dos Apóstolos 16:25
Perto da meia noite, Paulo e Silas cantavam e oravam ao Senhor, e então sobreveio um grande terremoto. Isso é que é provocar um grande milagre.

Muitas pessoas estão hoje presas no vicio, no pecado, nas enfermidades, e mesmo no sofrimento não louvam a D’us. Imagine que Paulo e Silas, haviam sido agredidos em praça pública e jogados em um calabouço, que era uma prisão subterrânea, sem ventilação e sem iluminação, e eu perguntei a D’us por nessa hora eles não procuraram dormir e descansar das surras. E então D’us me disse que ambos não dormiram, pois a dor que estavam sentindo era muito grande, seus corpos estavam feridos. Foi então que como servos de D’us decidiram louvar ao Senhor. E em decorrência a esta ação foi que aconteceu um estrondoso terremoto que culminou na entrega da vida a Jesus, do carcereiro e sua família.

Meus amados irmãos. Está na hora de nos tornarmos provocadores de milagres, pois tudo aquilo que provocarmos com nossos atos e nossa fé serão para honra e glória de nosso Senhor Jesus Cristo.

Paulo e Silas fizeram a parte deles em provocarem seus milagres e deixaram o ensinamento para nós. Levantemos e provoquemos nossos milagres.

QUARTO PASSO


MOVA-SE, FAÇA ALGO, LEVANTE-SE.

Evangelho de Mateus 09:20 e21
Havia uma mulher que a dose anos sofria de uma hemorragia, havendo gastado tudo quanto tinha, porém sem proveito algum, e ela disse, se tão somente eu tocar nas vestes de Jesus, eu serei curada.   Queridos e amados irmãos. Aquela mulher nem conhecia a Jesus. Veja.

Quando aquela mulher tinha cerca de treze anos, ela recebe sua primeira menstruação, e como mandava a lei, ela foi para o arraial das impuras (Levítico-15) e lá ficaria até que se passasse o fluxo de sangue, porém com ela foi diferente, seu fluxo nunca terminou e pior, ela foi se definhando e enfraquecendo.

Quando ela entra no arraial das impuras, ela tinha cerca de treze anos e Jesus tinha dezenove anos, doze anos se passa, o ministério do mestre começa, e lá dentro ela só ouve as noticias dos milagres que Ele fazia. Certo dia ela fica sabendo que o mestre passaria por ali. Então ela entra no meio da história de Jairo, parecendo que sua atitude ira estragar o pedido de Jairo, mas Jesus tem milagres para todos. E fugindo do arraial, ela tem que se disfarçar para que ninguém a conhecesse, e pesando cerca de 37 kg, ela enfrenta uma multidão de 30.000 (trinta mil) pessoas, para tocar em Jesus. Pois em seu coração ela dizia: “eu preciso provocar um milagre em minha vida agora”.

Por isso mova-se, levante-se, faça alguma coisa, enfrente a multidão mas não fique parado, Jesus não quer te ver assim.

QUINTO PASSO


NÃO FIQUE CALADO. ABRA A SUA BOCA.

Evangelho de Marcos 10:46
Aqui lemos à história de mais um anônimo, pois preste atenção, a palavra hebraica para filho é BAR, e a bíblia relata que ele era bar-timeu, filho de Timeu, então logo Bartimeu não era seu nome, mas a sua referência. Quantos anônimos estão lendo esta mensagem agora, e precisando de um milagre. Segundo a bíblia, o filho de Timeu era mendigo e cego (não sei o que é pior) e vivia na entrada da cidade de Jericó. Agora veja. Jericó foi amaldiçoada por D’us, agora um homem abandonado por sua família, cego não podia trabalhar, mendigo vivendo de esmolas, na porta de um lugar amaldiçoado.

Muitas pessoas nesta nossa época estão semelhantes ao filho de Timeu, e precisam de um milagre em suas vidas miseráveis, digo: miseráveis não só na questão financeiras, mas miseráveis em áreas profissionais; sentimentais; emocionais; afetivas; ministeriais. Chega de viver de esmolas, vamos provar milagres. O filho de Timeu, ao saber que Jesus passava por ali, começou a gritar: “JESUS, FILHO DE DAVI. TEM MISERICÓRIDA DE MIM!” Isso nos mostra o reconhecimento da realeza de Jesus e todo seu poderio como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Então abra sua boca e comece a gritar por Jesus, e não pare, ainda que queiram te calar como foi com o filho de Timeu, não pare de clamar a Jesus, grite cada vez mais alto, reconheça a realeza e o poderio de Jesus em sua vida. Seja um verdadeiro provocador de milagres por onde quer que passe.

CONCLUSÃO

Provocadores de milagres; é o que D’us nos chamou para sermos, por isso comece agora a fazer a diferença dentro de sua igreja, de sua família, de sua comunidade, de seu local de trabalho, e que D’us te abençoe rica e poderosamente. Seja UM PROVOCADOR DE MILAGRES, agora!!!!!!!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O único Deus que nunca falhou



O único Deus que nunca falhou - Estudo Biblico | Midia Gospel



         Vivemos em uma época onde a idolatria tem imperado. As pessoas já não agradecem mais ao Deus verdadeiro (o da Bíblia) e sim aos falsos deuses, que são confeccionados por mãos e idéias humanas. Se fossemos contar o número de deuses pagãos que existe no mundo, com certeza seria milhares de milhares, pois só na Índia existe mais de trinta e três mil deuses. Todos os deuses pagãos não passam de uma idéia que o próprio satanás (o deus deste século) colocou na mente das pessoas para criarem esses deuses, pois na verdade quem está por trás dessas falsas divindades é o próprio diabo. O incrédulo tem a necessidade de ter algo físico, visível, palpável para “crer”. Observe que o povo de Israel criou um falso deus, o bezerro de ouro, e o adoraram como se nunca tivesse conhecido o verdadeiro Deus. Que absurdo! Um povo que tinha o verdadeiro Deus, agora descera ao fundo do poço. Fora as outras idolatrias que eles se renderam a elas, como: Neustã, a serpente de bronze, que Deus mandou Moisés levantar, afim de que todos que fossem mordidos pelas serpentes, olhassem para ela e fossem curados. Veja só! O que Deus criou pra ser benção na vida do homem, o próprio homem a tornou em maldição. A estola sacerdotal de Gideão, o povo começou a adorar.
         Os amonitas tinham seus deuses, dentre eles, moloque o deus do sacrifício infantil. Moloque era um ídolo horrendo, metade homem e metade boi. Sua estátua era toda de bronze, tinha os braços compridos, a fim de receber as criançinhas dos seus tolos adoradores. Os seus sacerdotes o recheavam de produtos inflamáveis, aqueciam-no, e com o deus todo esbraseado, aos rumores de tambores, e incentivados por satanás os amonitas vinham e colocavam os seus filhinhos nas mãos de moloque. Covarde e barbaramente, assim eram assassinadas milhares de crianças amonitas. Não pense você que isso ficou no passado. Hoje em dia, ainda existem crianças oferecidas a moloque pelos seus próprios pais. E algumas religiões tribais ainda adoram seus deuses, oferecendo-lhes suas crianças. Que absurdo! Essa prática maligna é totalmente reprovada pelo o verdadeiro Deus.
         Os egípcios tinham seus deuses. Deuses esses que Deus manifestou juízo contra eles, quando enviou as pragas, e todos foram envergonhados, e falharam. Todos esses povos terem os seus deuses até que era compreensivo, devido ao fato de que eles não tinham o conhecimento da Palavra de Deus. Mas para o povo de Israel era inadmissível, pois tinham visto coisas tremendas da parte de Deus, desde a abertura do mar, onde passaram a seco, até todas as maravilhas que Deus operou no deserto, não lhes deixando ter falta de nada. Mas há quem muito é dado muito será cobrado, veja hoje a verdadeira situação de Israel, tudo isso que eles têm vivido hoje, é só o começo da cobrança de Deus.
         Mas o meu objetivo com esse estudo, é mostrar para todos os povos, O único Deus que nunca falhou. Deus pessoal, Deus que ama e se preocupa com o ser humano ao ponto de entregar o seu único filho, para morrer em uma cruz pelos nossos pecados. Deus que não explora, que não aceita sacrifícios humanos, pois ama aqueles a quem Ele criou. Os deuses da índia, dos amonitas, dos cananeus, dos egípcios, e dos demais povos que rejeitam o senhorio de Cristo, todos esses falharam, desprezaram os seus seguidores. Prova disso é a situação de miséria em que se encontra a Índia, onde crianças têm morrido de fome, e eles não comem a vaca, porque para eles é um deus. O Deus da Bíblia é o único que nunca falhou. Livrou a Daniel quando estava na cova dos leões, livrou Sadraque, Mesaque, e Abdnego, quando estavam na fornalha de fogo ardente, pois ele era o quarto homem. Livrou o seu povo da escravidão do Egito, fez maravilhas extraordinárias, fez e continua fazendo, pois não muda, Nele não há sombra de variações.
         Em I Rs 18:21-39. Fala-nos de Elias quando desafiou os profetas de Baal com as seguintes palavras:
“Até quando coxeareis entre dois pensamos, se o Senhor é Deus segui-o, se Baal, segui-o, e todo povo se calou”.  I Rs 18:21-39
        Mas Elias lançou um desafio: O Deus que responder com fogo esse será Deus. E os profetas de Baal aceitaram. Observe que até esse episódio, o povo confiava cegamente em Baal, ao ponto de aceitarem um desafio, porque eles acreditavam que Baal era Deus. Não é assim que temos visto em nossos dias? Pessoas cegas com a mente escravizada, defendendo com unhas e dentes os seus deuses. O catolicismo defende Maria com unhas e dentes, e te pergunto: onde está Maria? O budismo defende Sidarta Gautama (o Buda) com unhas e dentes, e te pergunto: onde ele está agora? Os hindus defendem Mahatma Ghandi com unhas e dentes, e te pergunto: onde ele está agora? O espiritismo defende Allan Kardec com unhas e dentes, e te pergunto: onde ele está agora? Os mulçumanos defendem com unhas e dentes a Maomé, onde ele está? Onde estão agora todas essas pessoas que são adoradas como deuses? O que eles podem fazer pelos seus seguidores? Nada, absolutamente nada, pois estão todas mortas. Mas o nosso Deus é o único que jamais falhou, está vivo, morreu, mais venceu a morte, pois ao terceiro dia ressuscitou, e está sentado à direita do pai, e intercede por nós, e nos deu poder para desfazer todas as obras dos falsos deuses. Até hoje tentam achar a sepultura de Jesu, mais não encontram. Tentam achar os seus restos mortais, mais não encontram, e jamais encontrarão; Pois o anjo disse a Maria:
“Porque buscai o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou”. (Lucas 24:5, 6).
        Maria, Buda, Gandhi, Maomé, Kardec, estão mortos, e seus restos mortais encontram-se em suas sepulturas. Mas o único Deus que já mais falhou venceu a morte, e é fiel ao povo que se chama pelo o seu nome.
         Essa é a grande diferença - o único Deus que nunca falhou, está vivo, e os deuses citados estão mortos.
         Voltando ao episódio de Elias com os profetas de Baal, os servos de Baal clamaram, clamaram até o meio dia, e Baal não lhes respondeu. E o profeta Elias zombando deles dizia: “Clamai em alta voz, porque ele é um deus pode ser que esteja falando, ou que tenha algumas coisas pra fazer, ou que intente alguma viagem, porventura dorme e despertará”. E passou do meio dia e eles começaram a se cortar com facas, e Baal não estava nem aí, e não lhes respondeu. Que decepção para aquele povo! Levaram a sua vida toda confiando em um deus que não se importava com eles, que não dava à mínima pra eles. É isso mesmo que o diabo quer: que o povo seja destruído, se matem, se odeiem, sejam perdedor, pois ele veio pra “roubar matar e destruir”, mas o Deus que nunca falha veio nos dar vida, e vida em abundância.
         Aqueles profetas ficaram decepcionados, desiludidos, envergonhados, pois o seu deus falhou. Não é isso que tem acontecido em nossos dias? Pois em nossos dias um deus que tem imperado sobre o povo que se diz “crente” é o deus dos objetos ungidos, das campanhas e correntes da prosperidade, é um deus egoísta e injusto, que precisa de dinheiro do povo para lhes “abençoar”, e os mercenários que servem esse deus diz para o povo: Dá o teu tudo, você nasceu pra prosperar! Se você não está recebendo, é porque não está dando o teu dízimo. É porque não tem “fé” e começa enganar o povo. Quantas pessoas estão desiludidas e envergonhadas, pois clamaram ao deus dos objetos ungidos e não foram ouvidas, tal qual os profetas de Baal.
         Quantos dessas organizações dos objetos ungidos procuram o pastor da nossa igreja, e dizem: pastor perdi, 5, 10, 15, 20, 25 anos da minha vida. Dentro dessas denominações, perdi tudo que tinha; vendi casa, carro, tudo para ofertar. Depositei tudo na campanha da fogueira santa de Israel, e não tenho mais nada, são os vizinhos que estão dando um copo de leite para os meus filhos não morrerem de fome. Temos visto isso com freqüência acontecendo todos os dias. Agora essas pessoas estão desiludidas com o deus dos objetos ungidos, que até então pensavam que era verdadeiro. Mas para essas pessoas ainda resta uma chance, se arrependerem e irem de encontro ao único Deus que nunca falhou. Que jamais nos abandona, que nos ama, não pelo o que temos de bens matérias (pois é dele o mundo, e tudo o que nele há.) mas nos ama pelo que somos. E Ele nos criou para louvor de Sua glória. Para os profetas de Baal não lhes restaram mais nem uma chance. Portanto, se você ainda está nesse lugar, cujo deus é o dos objetos ungidos, campanha, corrente, só das coisas terrenas, fuja disso! Ainda há tempo para você! Pule da morte para a vida! E deixe que somente o único Deus que nunca falhou tenha domínio sobre a tua vida.
         Elias clamou, orou e pediu fogo do céu. O Deus que nunca falhou, que não abandona aqueles que confiam somente Nele e na sua Palavra, o respondeu. Caiu fogo do céu, e consumiu todo o holocausto, e todo o povo gritou “só o Senhor é Deus, só o Senhor é Deus”. Mas agora era muito tarde para os profetas de Baal. Isso quer dizer que antes eles tiveram tempo e rejeitaram, pois o nosso Deus não é injusto, jamais condena alguém que é inocente. Elias ordenou que todos fossem mortos a espada, e assim aconteceu. Repito, ainda há tempo pra você largar à idolatria moderna, a rosa ungida, o sal ungido, a água do rio Jordão, o cajado de Arão, o sabonete vermelho para lavar a alma, e outras coisas mais. Abandona isso e corra para o verdadeiro Deus que não precisa do teu dinheiro, pois ele disse: Meu é o ouro, minha é a prata diz o Senhor Ag 2:8.
        O Deus que respondeu com fogo, é o verdadeiro Deus, o único que nunca falhou, e jamais falhará, e não deixa os seus servos envergonhados, nem confundidos. Todos os dias lançamos desafios contra esses falsos deuses, e para honra e glória do Senhor, Ele tem nos respondido. E temos visto pessoas livres das garras do diabo. Não se iluda, nem todo lugar que tem rótulo de igreja, Deus está. Pois o próprio Jesus disse:
“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas todo aquele que faz a vontade do meu pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim vós que praticais a iniqüidade” (Mt 7:21-23).
        Observe que são pessoas que pensavam que serviam a Deus, só porque falavam em seu nome. Portanto, o meu desejo é que, o Deus da Bíblia, o único que nunca falhou, liberte o teu entendimento, e que verdadeiramente sejais livres.
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8:32).
Disse Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida, e ninguém vem ao pai se não por mim” (Jo 14:6). 


        Portanto, não existem atalhos, o único caminho é Jesus. O único Deus que nunca falhou. 


Autor: Cristina M.Silvano de Andrade 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A Finalidade da Cruz


A Finalidade da Cruz - Estudo Biblico | Midia Gospel


"Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim..."  (Gl 2.19b-20).

A ilusão do "símbolo" do cristianismo

         Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo freqüentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas. A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa. É preciso perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão limpa, tão glamourizada.
         Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como jóia ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que reside o grave problema. A própria cruz, em lugar do que nela aconteceu há 19 séculos, se tornou o centro da atenção, resultando em vários erros graves. O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina. Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.

A "palavra da cruz": poder de Deus

         Paulo afirmou que a
 
"palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (1 Co 1.18).

        Assim sendo, o poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte de Cristo sobre ela, como declara o evangelho. O evangelho é "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1.16), e não para aqueles que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.
         O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma explicitamente:
 
"venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei... por ele também sois salvos... que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Co 15.1-4).

        Para muitos, choca o fato do evangelho não incluir a menção de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era essencial à nossa salvação. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção. O imprescindível era o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22); "é o sangue que fará expiação em virtude da vida" (Lv 17.11).
         Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante. O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante intensidade da maldade inata ao coração de cada ser humano. Ser pregado despido numa cruz e ser exibido publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios, era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o insignificante ser humano fez ao seu Criador! Nós precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror, em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois não foram somente a turba sedenta de sangue e os soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas sim nossos pecados!

A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus

         Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é "enganoso... mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto" (Jr 17.9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre. Será que alguém duvida da corrupção, da maldade de seu próprio coração? Que tal pessoa olhe para a cruz e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais interior! Não é à toa que o humanista orgulhoso odeia a cruz!
         Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz. Em contraste com esse mal indescritível, com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o Senhor da glória, que poderia destruir a terra e tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela cruz! Cristo
 
"a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz" (Fp 2.8).

        Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos, mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos.


A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados

         Existe, ainda, um outro sério problema com o símbolo, e especialmente o crucifixo católico que exibe um Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz a missa. A ênfase está sobre o sofrimento físico de Cristo como se isso tivesse pago os nossos pecados. Pelo contrário, isso foi o que o homem fez a Ele e só podia nos condenar a todos. Nossa redenção aconteceu através do fato de que Ele foi ferido por Jeová e "sua alma [foi dada] como oferta pelo pecado" (Is 53.10); Deus fez"cair sobre ele a iniqüidade de nós todos" (Is 53.6); e "carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1 Pe 2.24).
         A morte de Cristo é uma evidência irrefutável de que Deus precisa, em Sua justiça, punir o pecado, que a penalidade precisa ser paga, caso contrário não pode haver perdão. O fato de que o Filho de Deus teve que suportar a cruz, mesmo depois de ter clamado a Seu Pai ao contemplar em agonia o carregar de nossos pecados ["Se possível, passe de mim este cálice!" (Mt 26.39)], é prova de que não havia outra forma de o ser humano ser redimido. Quando Cristo, o perfeito homem, sem pecado e amado de Seu Pai, tomou nosso lugar, o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria. Qual deve ser, então, o juízo sobre os que rejeitam a Cristo e se recusam a receber o perdão oferecido por Ele! Precisamos preveni-los!
         Ao mesmo tempo e no mesmo fôlego que fazemos soar o alarme quanto ao julgamento que está por vir, precisamos também proclamar as boas notícias de que a redenção já foi providenciada e que o perdão de Deus é oferecido ao mais vil dos pecadores. Nada mais perverso poderia ser concebido do que crucificar o próprio Deus! E ainda assim, foi estando na cruz que Cristo, em seu infinito amor e misericórdia, orou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lc 23.34). Assim sendo, a cruz também prova que existe perdão para o pior dos pecados, e para o pior dos pecadores.


Cuidado: não anule a cruz de Cristo!

         A grande maioria da humanidade, entretanto, tragicamente rejeita a Cristo. E é aqui que enfrentamos outro perigo: é que em nosso sincero desejo de vermos almas salvas, acabamos adaptando a mensagem da cruz para evitar ofender o mundo. Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz "com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo" (1 Co 1.17). Muitos pensam:
 
"É claro que o evangelho pode ser apresentado de uma forma nova, mais atraente do que o fizeram os pregadores de antigamente. Quem sabe, as técnicas modernas de embalagem e vendas poderiam ser usadas para vestir a cruz numa música ou num ritmo, ou numa apresentação atraente assim como o mundo comumente faz, de forma a dar ao evangelho uma nova relevância ou, pelo menos, um sentido de familiaridade. Quem sabe poder-se-ia lançar mão da psicologia, também, para que a abordagem fosse mais positiva. Não confrontemos pecadores com seu pecado e com o lado sombrio da condenação do juízo vindouro, mas expliquemos a eles que o comportamento deles não é, na verdade, culpa deles tanto quanto é resultante dos abusos dos quais eles têm sido vitimados. Não somos todos nós vítimas? E Cristo não teria vindo para nos resgatar desse ato de sermos vitimados e de nossa baixa perspectiva de nós mesmos e para restaurar nossa auto-estima e auto-confiança? Mescle a cruz com psicologia e o mundo abrirá um caminho para nossas igrejas, enchendo-as de membros!"

        Assim é o neo-evangelicalismo de nossos dias.
         Ao confrontar tal perversão, A. W. Tozer escreveu:
 
"Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz."

A cruz é o lugar onde nós morremos em Cristo

         Eis o "x" da questão. O evangelho foi concebido para fazer com o eu aquilo que a cruz fazia com aqueles que nela eram postos: matar completamente. Essa é a boa notícia na qual Paulo exultava:"Estou crucificado com Cristo". A cruz não é uma saída de incêndio pela qual escapamos do inferno para o céu, mas é um lugar onde nós morremos em Cristo. É só então que podemos experimentar "o poder da sua ressurreição" (Fp 3.10), pois apenas mortos podem ser ressuscitados. Que alegria isso traz para aqueles que há tempo anelam escapar do mal de seus próprios corações e vidas; e que fanatismo isso aparenta ser para aqueles que desejam se apegar ao eu e que, portanto, pregam o evangelho que Tozer chamou de "nova cruz".
         Paulo declarou que, em Cristo, o crente está crucificado para o mundo e o mundo para ele (Gl 6.14). É linguagem bem forte! Este mundo odiou e crucificou o Senhor a quem nós amamos – e, através desse ato, crucificou a nós também. Nós assumimos uma posição com Cristo. Que o mundo faça conosco o que fez com Ele, se assim quiser, mas fato é que jamais nos associaremos ao mundo em suas concupiscências e ambições egoístas, em seus padrões perversos, em sua determinação orgulhosa de construir uma utopia sem Deus e em seu desprezo pela eternidade.
          Crer em Cristo pressupõe admitir que a morte que Ele suportou em nosso lugar era exatamente o que merecíamos. Quando Cristo morreu, portanto, nós morremos nEle:
 
"...julgando nós isto: um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou" (2 Co 5.14-15).

        "Mas eu não estou morto", é a reação veemente. "O eu ainda está bem vivo." Paulo também reconheceu isso: "...não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.19). Então, o que é que "estou crucificado com Cristo" realmente significa na vida diária? Não significa que estamos automaticamente "mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus" (Rm 6.11). Ainda possuímos uma vontade e ainda temos escolhas a fazer.

O poder sobre o pecado

         Então, qual é o poder que o cristão tem sobre o pecado que o budista ou o bom moralista não possui? Primeiramente, temos paz com Deus "pelo sangue da sua cruz" (Cl 1.20). A penalidade foi paga por completo; assim sendo, nós não tentamos mais viver uma vida reta por causa do medo de, de outra sorte, sermos condenados, mas sim por amor Àquele que nos salvou. "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 Jo 4.19); e o amor leva quem ama a agradar o Amado, não importa o preço. "Se alguém me ama, guardará a minha palavra" (Jo 14.23), disse o nosso Senhor. Quanto mais contemplamos a cruz e meditamos acerca do preço que nosso Senhor pagou por nossa redenção, mais haveremos de amá-lO; e quanto mais O amarmos, mais desejaremos agradá-lO.
         Em segundo lugar, ao invés de "dar duro" para vencer o pecado, aceitamos pela fé que morremos em Cristo. Homens mortos não podem ser tentados. Nossa fé não está colocada em nossa capacidade de agirmos como pessoas crucificadas mas sim no fato de que Cristo foi crucificado de uma vez por todas, em pagamento completo por nossos pecados.
         Em terceiro lugar, depois de declarar que estava "crucificado com Cristo", Paulo acrescentou:
 
"logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2.20).

        O justo "viverá por fé" (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38) em Cristo; mas o não-crente só pode colocar sua fé em si mesmo ou em algum programa de auto-ajuda, ou ainda num guru desses bem esquisitos.

A missa: negação da suficiência da obra de Cristo na cruz

         Tristemente, a fé católica não está posta na redenção realizada por Cristo de uma vez para sempre na cruz, mas na missa, que, alegadamente, é o mesmo sacrifício como o que foi feito na cruz, e confere perdão e nova vida cada vez que é repetida. Reivindica-se que o sacerdote transforma a hóstia e o vinho no corpo literal e no sangue literal de Cristo, fazendo com que o sacrifício de Cristo esteja perpetuamente presente. Mas não há como trazer um evento passado ao presente. Além do mais, se o evento passado cumpriu seu propósito, não há motivo para querer perpetuá-lo no presente, mesmo que pudesse ser feito. Se um benfeitor, por exemplo, paga ao credor uma dívida que alguém tem, a dívida sumiu para sempre. Seria sem sentido falar-se em reapresentá-la ou reordená-la ou perpetuar seu pagamento no presente. Poder-se-ia lembrar com gratidão que o pagamento já foi feito, mas a reapresentação da dívida não teria valor ou sentido uma vez que já não existe dívida a ser paga.
         Quando Cristo morreu, Ele exclamou em triunfo: "Está consumado" (Jo 19.30), usando uma expressão que, no grego, significa que a dívida havia sido quitada totalmente. Entretanto, o novo Catecismo da Igreja Católica diz:
 
"Como sacrifício, a Eucaristia é oferecida como reparação pelos pecados dos vivos e dos mortos, e para obter benefícios espirituais e temporais de Deus" (parágrafo 1414, p. 356).

        Isso equivale a continuar a pagar prestações de uma dívida que já foi plenamente quitada. A missa é uma negação da suficiência do pagamento que Cristo fez pelo pecado sobre a cruz! O católico vive na incerteza de quantas missas ainda serão necessárias para fazê-lo chegar ao céu.

Segurança para o presente e para toda a eternidade

         Muitos protestantes vivem em incerteza semelhante, com medo de que tudo será perdido se eles falharem em viver uma vida suficientemente boa, ou se perderem sua fé, ou se voltarem as costas a Cristo. Existe uma finalidade abençoada da cruz que nos livra dessa insegurança. Cristo jamais precisará ser novamente crucificado; nem os que "foram crucificados com Cristo" ser"descrucificados" e aí "recrucificados"! Paulo declarou: "porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.3). Que segurança para o presente e para toda a eternidade!

Autor: Dave Hunt 

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